quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Fotos "Luís Represas... in Santos Simões"
Dizem que as imagens valem mais do que mil palavras...
Há quem subscreva... há quem discorde...
há quem não dispense uma boa conversa,
há quem escreva mil palavras sobre uma imagem...
Ficam aqui gravadas as imagens que retratam uma inspirada tarde
Fica aqui o retrato das corajosas palavras de "Tição"...
Apresentação do Livro "A coragem de Tição"
Autor: Luís Represas
Data: 17/11/2010
Há quem subscreva... há quem discorde...
há quem não dispense uma boa conversa,
há quem escreva mil palavras sobre uma imagem...
Ficam aqui gravadas as imagens que retratam uma inspirada tarde
Fica aqui o retrato das corajosas palavras de "Tição"...
Apresentação do Livro "A coragem de Tição"
Autor: Luís Represas
Data: 17/11/2010
Etiquetas:
apresentação de livro,
Represas
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O músico/escritor
No dia 17 de Novembro de 2010,pelas 16 horas, a Escola Santos Simões irá receber o músico/escritor, Luís Represas.

A Coragem de Tição, destinado a um público infanto-juvenil, é o livro que marca a estreia do músico Luís Represas como autor de histórias. O livro, com ilustrações de Catarina França, é posto à venda a 30 de Outubro, com chancela da Dom Quixote.
Luís Represas, fundador dos Trovante, conta uma história marítima recheada de cavalos marinhos destemidos, barracudas ferozes, peixes-trompete ruidosos, peixes-anjo protectores e muitos mais animais que habitam o fundo dos oceanos. Mas, acima de tudo, garante a Dom Quixote, “com este livro, iremos aprender que a amizade e o espírito de entreajuda são o caminho para distribuirmos felicidade pelos que nos rodeiam”.

A Coragem de Tição, destinado a um público infanto-juvenil, é o livro que marca a estreia do músico Luís Represas como autor de histórias. O livro, com ilustrações de Catarina França, é posto à venda a 30 de Outubro, com chancela da Dom Quixote.
Luís Represas, fundador dos Trovante, conta uma história marítima recheada de cavalos marinhos destemidos, barracudas ferozes, peixes-trompete ruidosos, peixes-anjo protectores e muitos mais animais que habitam o fundo dos oceanos. Mas, acima de tudo, garante a Dom Quixote, “com este livro, iremos aprender que a amizade e o espírito de entreajuda são o caminho para distribuirmos felicidade pelos que nos rodeiam”.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Se eu pudesse...
Se eu pudesse…
Chamaria a mim os incautos das leis
Arrancaria dos dedos os falsos anéis
Sopraria ao ouvido velha regra em vigor
Seria banido quem traísse o Amor…
Se eu pudesse…
Apagaria do discurso a palavra banco
Arrumaria o dinheiro todo a um canto
Atear-lhe-ia lume e aqueceria o pobre
Com as cinzas pintaria de negro luto o cobre
Do capital e do lucro nada restaria
E o homem o colarinho branco despiria…
Se eu pudesse…
Eliminaria as armas da face da Terra
As brancas, as pretas, as doenças, as tretas
Seduziria até casa os soldados da guerra
Cortinas de fumo lançaria para o efeito
Afecto, afago e arte de sumo em proveito…
Se eu pudesse…
Reuniria padres, mestres, espíritas e pastores
Tornaria desprendidos humanos condutores
Destilaria nas cavernas o interesse inoportuno
Mataria com o olhar as hipócritas questões
Enraizaria o verdadeiro sentido do Uno
Alteraria por completo a alma das religiões…
Se eu pudesse…
Confessaria as minhas mágoas e as dos outros
Cobriria o planeta de pão e água pura
Destronaria a poluição e toda a fartura
Alimentaria de fé os humanos aos poucos.
Libertaria do jugo a domesticada consciência
Enterraria toda e qualquer tipo de prepotência.
Se eu pudesse…
Desmascararia as hipocrisias sociais
Baniria do toque as mentes superficiais
Encaminharia para as vulcânicas termas
Gentes e criaturas de toda a espécie
Sairiam de lá apenas as que amadurecessem.
Se eu pudesse…
Exigiria ao tempo que parasse um segundo
Silenciaria as populações de todo o mundo
Mostraria o real valor do momento
Mordiscaria um a um até o jumento
Faria com que retivessem estas simples ideias
Passado e futuro não existem no Agora
E o Presente partilhem a meias…
Conceição Sousa
Professora da Escola EB 2,3/S Santos Simões
Chamaria a mim os incautos das leis
Arrancaria dos dedos os falsos anéis
Sopraria ao ouvido velha regra em vigor
Seria banido quem traísse o Amor…
Se eu pudesse…
Apagaria do discurso a palavra banco
Arrumaria o dinheiro todo a um canto
Atear-lhe-ia lume e aqueceria o pobre
Com as cinzas pintaria de negro luto o cobre
Do capital e do lucro nada restaria
E o homem o colarinho branco despiria…
Se eu pudesse…
Eliminaria as armas da face da Terra
As brancas, as pretas, as doenças, as tretas
Seduziria até casa os soldados da guerra
Cortinas de fumo lançaria para o efeito
Afecto, afago e arte de sumo em proveito…
Se eu pudesse…
Reuniria padres, mestres, espíritas e pastores
Tornaria desprendidos humanos condutores
Destilaria nas cavernas o interesse inoportuno
Mataria com o olhar as hipócritas questões
Enraizaria o verdadeiro sentido do Uno
Alteraria por completo a alma das religiões…
Se eu pudesse…
Confessaria as minhas mágoas e as dos outros
Cobriria o planeta de pão e água pura
Destronaria a poluição e toda a fartura
Alimentaria de fé os humanos aos poucos.
Libertaria do jugo a domesticada consciência
Enterraria toda e qualquer tipo de prepotência.
Se eu pudesse…
Desmascararia as hipocrisias sociais
Baniria do toque as mentes superficiais
Encaminharia para as vulcânicas termas
Gentes e criaturas de toda a espécie
Sairiam de lá apenas as que amadurecessem.
Se eu pudesse…
Exigiria ao tempo que parasse um segundo
Silenciaria as populações de todo o mundo
Mostraria o real valor do momento
Mordiscaria um a um até o jumento
Faria com que retivessem estas simples ideias
Passado e futuro não existem no Agora
E o Presente partilhem a meias…
Conceição Sousa
Professora da Escola EB 2,3/S Santos Simões
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